Alessandra "Raven"

Alessandra's posts with tag: show business

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Blog EntryShow must go onOct 6, '08 8:31 PM
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    Um dia extremamente corrido e estressante, e todos rindo. "Modéstia ás favas" (como dizia uma tia minha), era essa palhacinha a responsável. Eu sei, isso depõe contra minha campanha "eu sou uma pessoa séria", mas entendam, não se trata de falsidade ideológica.
    Eu sou uma pessoa séria. Mesmo.

   O que ocorre é que as palavras - ah, sempre elas - escapam sem que eu tenha tempo de avaliar. Uma piada iminente não é coisa fácil de segurar. Além disso, e até mesmo mais importante, é que eu gosto muito das gargalhadas das pessoas. De todas, conhecidas ou não. E não é só porque é legal as pessoas sorrirem - não estamos falando aqui de sorrisos, mas de risos. É uma maneira particular de burlar o sistema. Sou aquariana, portanto libertária. E acho revolucionário ver minha chefe, de terninho, gravata e escova permanente (ou seja lá o que for aquilo que ela faz no cabelo) num contraste genial de espontaneidade - a gargalhada, sem que ela possa controlar, simplesmente explode. E não tem como a pessoa tentar maquiar. O riso é espontâneo em sua essência. Quem ri escandaloso, como meu amore, ou soluçando, como João Paulo, ou expansivo, como a Iony, não tem como mudar. Riso é riso, igual nariz, cada um tem o seu. (Ou você conhece algum ditado parecido? rs...)

    Durante muito tempo, eu não gostava de ser uma palhaça. Não compreendia a profundidade e a importância de um ínfimo momento de graça. Não sabia que foi daí que surgiu a expressão "em estado de graça". Ficava perdendo tempo com a indagação: "Está rindo de mim, pra mim, ou comigo?". Mas com o tempo (e também por falta de opção, confesso), acabei me acostumando. Quando a bobeira se manifesta, não posso controlar, ou guardar o pensamento cretino só pra mim: tenho que falar.

    Claro que nada nessa vida é "de grátis", então eu pago meu preço. Muita gente não me leva a sério. Muita gente acredita que isso me tira a credibilidade, ou a responsabilidade perante a vida. Ás vezes, um colega de trabalho um pouco mais bossal faz cometários que insinuam que não tenho competência, que não sou confiável, pois só faço piada de tudo. Ou então, diz de forma pejorativa que eu sou "doida". E isso dói, porque acho incrível as pessoas se pautarem mais na aparência que nos fatos. Além de diminuir todo meu esforço e os resultados decorrentes disso. Então, tenho sempre que me esforçar em dobro, pra estar acima das dúvidas. Trabalhando muito e rindo. Mas vida de palhaço é assim. O show tem que continuar.
    Mais cedo ou mais tarde, vão acabar aceitando a verdade: Eu sou uma pessoa séria. Muito séria.


Blog EntryInstitucionalizar? Não, obrigada...Aug 14, '08 1:10 PM
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Não sou a favor da institucionalização do paganismo como religião oficial. Explico-me.
Em essência, institucionalizar pressupõe padronizar, e não creio que o paganismo, pelo menos tal como eu entendo, possa ser padronizado. Tudo bem que existem vertentes (cá entre nós, existem vertentes pra dar com pau) mais organizadas, com suas hierarquias próprias e padrões específicos de expressão e ritualística, e o pagão pode (ou não) aderir a uma dessas vertentes. E elas já funcionam tão bem!
Outro ponto a ser observado é que institucionalizar exigiria que houvesse um "centralizador", ou "líder", ou mesmo um grupo deles para ficar apontando quem pode ser considerado pagão ou não. No mínimo isso seria inconveniente, pois se hoje, sem a bendita institucionalização, egos inflados já se sentem no direito de julgamento e "excomunhão", imagine quando puderem citar artigos e leis para fazê-lo. Alguns pagãos de Fé poderiam ter que voltar pro armário.
Na minha opinião, a riqueza do paganismo está exatamente nas múltiplas possibilidades de expressão da Fé. Conter isso numa listinha de regras e normas do que pode e o que não pode seria até mesmo contraditório.
De minha parte, ter um artigo da Constituição Federal que me dê liberdade de culto já é  suficiente para expressão de minha fé. Preconceitos existem, independente da institucionalização (pergunte aos espíritas em geral). Representatividade legal já tenho enquanto cidadã brasileira.
O que me importa é que posso fazer meus rituais e comungar com meus deuses e ninguém pode me impedir. O resto é marketing.

LinkMary DiAug 2, '08 10:39 AM
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Link: http://www.marydi.com/

É a banda da minha irmã! Mas não é só isso, eles são bons mesmo!!!

Blog EntryDivulgar o oculto?!Mar 4, '08 8:33 PM
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Que me chamem de tradicionalista ou velha chata, mas o fato é que tem coisas que eu sinceramente não consigo achar normal. Comum, vá lá. Normal não.

Dar uma volta pela internet em torno do assunto paganismo/bruxaria e similares sempre me fazem refletir sobre as razões que me levaram a trilhar esse caminho, a ir adiante apesar de toda e qualquer curva tortuosa, e principalmente a sentir a Fé apesar dos pesares. Hoje o fato de estar "longe demais das capitais" não faz mesmo tanta diferença, visto que o mundo virtual se abriu, englobou, ligou o mundo todo. A fé pagã é como estar apaixonada, a gente quer gritar pra todo mundo ouvir, compartilhar cada experiência com quem não vá te internar num hospício logo em seguida; e o pequeno grande mundo virtual tornou isso possível! Eu tinha uns poucos anos de estudo quando descobri isso, que alegria! Podia falar, sem medo, na mesma língua, com outros que compartilhavam nem que seja a desconfiança de que não estávamos loucos...

Do que mais eu precisaria?

Mas de repente... não sei bem como... a Fé virou profissão. A idéia de que "tínhamos que divulgar" virou a coqueluche. Eu me dei conta de que algo não tava normal o dia que, numa extinta (mas famosa) lista de discussão um "sumo sacerdote que praticamente nasceu dentro de um caldeirão" respondeu a um questionamento meu dizendo que era muito importante, pois tinha não sei quantos sites no ar, sei lá quantas listas pra administrar, afinal era um SUMO sacerdote (tá pensando o quê?) e portanto não tinha tempo a perder com discussõezinhas amadoras. Eu fiquei pensando se, de repente, faltava um curso de web designer no meu curriculum pra eu poder trocar uma idéia sobre bruxaria com a galera.

E toca a aparecer sacerdote e sacerdotisa por toda parte. Na TV. Em matérias de revistas e jornais. Em novelas. As aparições geravam mais polêmicas no meio bruxesco do que na sociedade em geral, mas... tinhamos que divulgar! As pessoas tinham que conhecer! Não pode haver preconceito (só contra os cristãos, que são inquisitores, fanáticos pelo poder, manipuladores, e querem dominar o mundooo). Ainda bem que não tem gente assim no meio pagão! (rsrsrs) Liberdade religiosa (desde que o evangélico não me abra um templo no terreno ao lado e fique gritando suas orações)! Liberdade de culto (desde que o culto do colega ao lado não tenha um neon que ofusque o meu)! Contradição? Você acha?????

Visite os sites. Tente ler com olhos de "quem tá começando". Não faz nenhum sentido. O que encontramos é algumas coisas óbvias, algumas que desdenham a inteligência, algumas que subvertem qualquer objetivo construtivo, e muitas, muitas coisas cuja mensagem subliminar poderia ser: "Estamos falando o superficial, mas há um mistério muito misterioso. Procure o sacerdote ou sacerdotisa mais próximo, e ´vamos estar´(rsrsrs) te contando esse mistério". Mediante pagamento, claro. Mas nem sempre em dinheiro. Assustador, mas não muito original. Tipo "tudo isso será seu me adorares". Aff, familiar até demais.

O lado bom é que, se a pessoa realmente quiser trilhar o caminho da Arte, de coração, ainda vai ter que procurar muuuito por algo que transcenda a embalagem. É difícil aprender a espremer a laranja com tantos sucos prontos á venda.

E procurando se aprende tanto...

 


Blog EntryPor favor, não se inspire em mim!Feb 13, '08 7:50 PM
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 Osho – Beyond Psychology - Cap. 5 – Pergunta 2
 Tradução: Sw. Bodhi Champak
   
Querido Osho,  
    Você é a minha inspiração.
    Eu ouvi você dizer que nunca teve um mestre; mas houve alguma fonte de inspiração quando você começou a sua jornada?
    "A vida em si é o bastnte. 
    Ver as pessoas ao redor – cadáveres ambulantes – é inspiração suficiente, não para ir com elas, não para seguir seus caminhos, mas para encontrar uma pequena trilha, a sua própria, se você quiser estar vivo. 
    Eu nunca tive um mestre, e eu sou feliz por nunca ter encontrado algum. Em minhas vidas passadas eu estive com alguns poucos mestres vivos. Eles eram pessoas lindas, amáveis, mas uma coisa ficou clara o tempo todo para mim – que ninguém poderia ser uma fonte de inspiração para mim, porque essa palavra 'inspiração' é perigosa. 
    Primeiro é inspiração, depois se torna seguimento, depois se torna imitação – e você acaba sendo uma cópia carbono. Não há necessidade alguma de ser inspirado por alguém. E não é apenas não ser necessário, é perigoso também. Apenas observando, eu tenho visto... cada indivíduo é único. Ele não pode seguir ninguém mais. 
    Ele pode tentar – milhões tem tentado por milhares de anos. Milhões são cristãos, milhões são hindus, milhões são budistas. O que eles estão fazendo? A inspiração de Gautama Buda fez milhões de pessoas budistas e agora eles estão tentando seguir seus passos. E eles não estão chegando a lugar algum; eles não conseguem. 
    Você não é um Gautama Buda e o rastro dele não se ajusta a você, nem os sapatos dele servem para você; você terá que encontrar o tamanho exato de sapato que lhe sirva. Ele é belo, mas isso não significa que você tenha que se tornar como ele. E este é o significado da palavra 'inspiração'. Ela significa que você está tão influenciado que o homem se tornou o seu ideal, que você gostaria de ser como ele. Isso tem confundido toda a humanidade.
    A inspiração tem sido um infortúnio, não uma bênção.
    Eu gostaria que você aprendesse em toda fonte, para apreciar todo ser singular que encontrar. Mas jamais siga alguém e nunca tente se tornar exatamente como alguma outra pessoa; o que não é permitido pela existência. Você somente pode ser você mesmo. 
    E isto é um fenômeno estranho: as pessoas que se tornaram uma inspiração para milhões de outras pessoas, elas próprias nunca se inspiraram em ninguém – mas ninguém observa esse fato.
Gautama Buda nunca se inspirou em alguém, e isto é o que fez dele uma grande fonte de inspiração. Sócrates não se inspirou em alguém, mas isso é o que o fez tão singular.     
Todas essas pessoas, as quais você considera como fontes de inspiração, nunca foram inspiradas por outros. Isto é algo muito fundamental para ser compreendido. Sim, elas aprenderam; elas tentaram compreender todos os tipos de pessoas. Elas amaram pessoas singulares, mas nenhuma para ser seguida. Elas experimentaram ser elas mesmas.
    Assim, por favor, não se inspire em mim; caso contrário você nunca se tornará uma fonte de inspiração. Você será apenas uma cópia carbono, você não terá a sua autêntica e original face. Você será um hipócrita: você dirá uma coisa e fará outra. Você mostrará a sua face em situações diferentes com máscaras diferentes, e aos poucos você se esquecerá qual é a sua face verdadeira; são tantas máscaras...
  
 
 (...)

    Isso sempre foi um problema permanente para mim, quando havia censo. O recenseador vinha a mim para preencher o formulário e quando chegava na religião eu dizia, 'eu não tenho religião alguma'.
    Ele ficava chocado, mas dizia, 'você deve ter nascido em alguma religião. Seus pais devem ser hinduístas, muçulmanos, jainistas.'
    Eu dizia, 'isso não faz qualquer diferença. Meu pai pode ser um médico ou engenheiro – isso não fará de mim um médico ou um engenheiro. Ele pode ser um hinduísta ou um muçulmano – isso é um assunto dele. Ele não pode biologicamente transferir sua religião para mim. Se ele não pode transferir seu conhecimento médico para mim, como ele poderia transferir o seu conhecimento espiritual? Isso é uma fraude e eu não quero participar de qualquer fraude.'
    As pessoas estão sendo treinadas como atores; em todo este vasto mundo você encontrará todas as pessoas representando papéis. Todo mundo é educado para encenar... Belos nomes – etiquetas, boas maneiras – mas por trás, escondido, está uma psicologia sutil para fazê-lo esquecer a sua originalidade e absorver algum papel que os interesses ocultos querem que você seja. 
    Nunca se inspire em alguém.
    Permaneça aberto.
    Quando você vir um belo pôr do sol, desfrute a beleza dele; quando você vir um Buda, desfrute a beleza do homem, desfrute a autenticidade do homem, desfrute o silêncio, a verdade que o homem alcançou, mas nunca se torne um seguidor. Todos os seguidores estão perdidos.
    Permaneça você mesmo – porque esse homem Gautama Buda encontrou porque permaneceu ele mesmo. E todos esses belos nomes – Lao Tzu, Chuang Tzu, Lieh Tzu, Bodhidharma, Nagarjuna, Pitágoras, Sócrates, Heráclito, Epicuro – todos esses belos nomes, que têm sido uma grande inspiração para muitas pessoas, foram eles mesmos e nunca se inspiraram em alguém. Foi assim que eles protegeram as suas originalidades; foi assim que eles permaneceram eles mesmos. 
    Eu estive com mestres e os amei. Mas, para mim, o próprio desejo de ser como eles é feio. Um homem é o bastante; um segundo como ele não irá enriquecer a existência, irá apenas sobrecarregá-la. 
    Para mim a singularidade dos indivíduos é a verdade maior.
    Ame as pessoas quando encontrá-las florescendo em alguma dimensão verdadeira e autêntica. Mas lembre-se que elas estão florescendo por causa da autenticidade e originalidade delas; assim esteja atento para não cair na armadilha de segui-las. Seja você mesmo. 
    A famosa máxima de Sócrates é: 'conheça a si mesmo'. Mas ela deveria ser completada – ela não está completa. Antes de 'conheça a si mesmo', uma outra máxima é necessária, 'seja você mesmo'; caso contrário você pode conhecer apenas algum ator que você está fingindo ser. Conhecer a si mesmo vem em seguida; primeiro é ser você mesmo. 
    Os verdadeiros grandes mestres têm sido apenas amigos, uma mão que ajuda, dedos apontando para a lua; eles nunca criaram uma escravidão. Mas no momento em que eles morreram, eles deixaram um impacto tão grande ao seu redor que as pessoas espertas – os teólogos, os sacerdotes, os eruditos – começaram a pregar às pessoas, 'Sigam Gautama Buda.'
    Agora o homem está morto e ele não pode negar coisa alguma... E essas pessoas começam a explorar o grande impacto que Buda deixou. Agora toda a Ásia, milhões de pessoas por vinte e cinco séculos têm seguido os passos de Gautama Buda, mas nem um simples Gautama Buda foi criado. Isso é prova bastante: dois mil anos e nem um simples Jesus novamente; três mil anos e nem um simples Moisés novamente. 
    A existência nunca repete.
    A história se repete porque a história pertence ao inconsciente coletivo. 
    A existência nunca repete a si mesma. Ela é muito criativa e muito inventiva. E isso é bom; caso contrário, embora Gautama Buda seja um belo homem, se houvesse milhares de Gautama Buda por aí – se em qualquer lugar que você fosse, encontrasse um Gautama Buda, em todos os restaurantes – você iria ficar realmente entediado e cansado. Isso iria destruir toda a beleza do homem. É bom que a existência nunca repita. Ela só cria um de cada tipo, assim ele sempre permanece raro.
    Você também é um de um tipo. Você apenas tem que desabrochar, abrir suas pétalas e liberar a sua fragrância."

Blog EntryChic de doer!!!Jan 29, '08 6:27 PM
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Tá.... eu tô longe de ser uma pessoa chic de acordo com os padrões mais superficiais de etiqueta... tipo, tem palito e eu insisto em comer o tira-gosto com a mão... não sei qual talher serve pra quê, não sei passar o patê na torrada enquanto a bandeja tá na mão do garçom, não sei qual a taça de vinho, a de água e a de champanhe, tenho sérias dificuldades pra escolher o modelito certo pra cada ocasião, e comer salgadinho em festa? Pega com a mão ou usa o guardanapo?

Mas isso se pode aprender (caso seja de alguma utilidade pra pessoa). Não deve ser tão difícil. Difícil mesmo deve ser aprender a ter etiqueta nas atitudes, ainda mais no mundo virtual. Em outras palavras, educação. Não é frescura não! É, nas palavras da Pietra (linda! chiquérrima!) "atitudes que prezem pelo bem viver (e conviver)".

Ser educado, ético, é, portanto, chiquérrimo. Usar termos como "bom dia", por favor", "obrigado", essas coisas que a gente costuma  ensinar pras crianças, é super elegante. Ter discrição ao lidar com situações constrangedoras, discutir com desafetos em PVT, é fashion e de muito bom gosto. Em compensação, lavar roupa suja em público, ainda mais expondo nomes, é suuuper cafona. Nada pior que, num fórum qualquer, você ter que acompanhar, a contra gosto, a exposição da vida pessoal de pessoas que insistem em publicar seus problemas pessoais, e não satisfeitas, ainda ficam querendo que os demais dêem opinião, tomem partido, se envolvam emocionalmente em situações que aconteceram em contextos específicos, e, o mais importante, foram relevantes apenas para quem viveu. Affff! Deselegante, é só o que me vem á mente! Quer ver outra coisa anti-chic? Calúnia, difamação, ataques pessoais em público, tipo "show", já é feio ver ao vivo, quanto mais no mundo virtual, escondidos atrás de teclados, sem expressão facial... credu! Desse filão vem uma lista enooorme: julgar pessoas que não se conhece; fakes que fazem o que a pessoa não tem coragem de assumir; mandar e-mails, recados, mensagens etc se passando por outro remetente; lotar a caixa de entrada do outro ser humano de bulks e as famosas "correntes"... será que esqueci alguma coisa? Tenha a santa paciência.

É... acho que vou continuar comendo o tira-gosto com a mão e chamando o garçom de "moço". Na maior elegância.

 


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