Quem me conhece sabe que é uma coisa muito rara eu ficar sem palavras.
Mas é assim que me sinto diante da morte estúpida do colega com quem compartilhei, por mais de um ano, muitas piadas e gargalhadas, além de preocupações, o cara de sorriso fácil que me chamava de “pretinha” (como meu pai), que dizia que era “um homem sem amarras”, que curtia a vida, as namoradas, as cervejas de fim de tarde, e os amigos naquele inconfundível jeito taurino.
Não sei o que dizer nem o que pensar.
Estou triste... chocada... e sem palavras...